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segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

ARLINDO DOS 8 BAIXOS

História de Arlindo dos 8 Baixos 

   Arlindo gomes Ferreira é o nome de batismo de um sanfoneiro de 8 baixos nascido em 16 de Abril de 1942 em Sirinhaém Pernambuco Lavrador por profissão seu contato com o fole de 8 baixos aconteceu aos 10 anos de idade mais tarde conhecido como Arlindo dos 8 baixos na adolescência trocou o arado por uma barbearia e foi morar com um tio em "Pontes dos Carvalhos" distrito de cabo de Santo Augustinho na região  metropolitana do Recife - PE mudando-se depois para outra barbearia na avenida Beberibe do bairro de Água Fria também no Recife - PE conseguindo assim uma nova plateia. 

   Arlindo dos 8 baixos seguiu o exemplo do pai que também era sanfoneiro assim entrou na profissão e assim ele sentia o poder da transformação através do instrumento, seu pai já conhecia a vida sofrida dos tocadores de 8 baixos e evitava que o jovem Arlindo seguisse outra profissão, mas escondido Arlindo conseguiu aprender o ofício, e assim nasceu o tocador Arlindo dos 8 baixos, 
vítima de um quadro de diabetes o sanfoneiro Arlindo dos 8 baixos perdeu a visão mas isso aguçou ainda mais suas habilidades tanto empunhando o fole de 8 baixos quanto afinando os instrumentos e isso causava admiração a todos que testemunhavam lembrando que Arlindo afinava Sanfonas para a elite do forró, como Luiz Gonzaga, Sivuca, Gennaro, Dominguinhos e Camarão sendo assim um afinador exímio desse instrumento, conhecendo o rei do baião aos 21 anos de idade Arlindo dos 8 baixos conheceu seu maior ídolo.

   A história de Arlindo dos 8 baixos não pode ser desapercebida pois ele fez parte da história de ouro do forró e não lembrá-lo não seria justo, óbvio que esse grande tocador não teve a oportunidade necessária de gravar seus trabalhos e isso também aconteceu com muitos outros, lembrando que naquela época conseguir gravar discos não era uma tarefa fácil, era preciso além do talento ter também oportunidade contatos e claro também muita sorte e na entrevista que ele concedeu ao ministério da cultura ele falou sobre a experiência de ter afinado o fole de Gonzagão e a forma generosa com o qual foi pago pelo rei do baião.